Em meio às nuvens vem o desespero
asfalto, dinheiro
Os frutos da semente do mal no vaso dos desesperados
É regado à discórdia e a sonhos negados
Portas trancadas com as correntes do descaso
Como um machado dourado
Moldado pra partir seu coração
Em meio à guerra vem o pardieiro
fama, drogas
E vai passando o tempo, enquanto as horas passam
Mas é que os dias têm sido mesmo todos iguais
Para o seu egoísmo é só você e ninguém mais
A ficar desesperado
Na ausência do futuro o mundo vai se alimentando do passado
E o presente é feio demais para se aplaudir
Em meio aos anjos vem o mensageiro
tocando flautas doces inaudíveis em meio aos bombardeios
De ódio e falsa culpa, rá tá tá tá, e viva a luta!
Que venha o que tiver de vir!
"Eu troquei a inocência por uma missão, quando eu ainda era uma criança, para ensiná-los a trocar um rio de desespero, por uma gota de esperança!"
2002
asfalto, dinheiro
Os frutos da semente do mal no vaso dos desesperados
É regado à discórdia e a sonhos negados
Portas trancadas com as correntes do descaso
Como um machado dourado
Moldado pra partir seu coração
Em meio à guerra vem o pardieiro
fama, drogas
E vai passando o tempo, enquanto as horas passam
Mas é que os dias têm sido mesmo todos iguais
Para o seu egoísmo é só você e ninguém mais
A ficar desesperado
Na ausência do futuro o mundo vai se alimentando do passado
E o presente é feio demais para se aplaudir
Em meio aos anjos vem o mensageiro
tocando flautas doces inaudíveis em meio aos bombardeios
De ódio e falsa culpa, rá tá tá tá, e viva a luta!
Que venha o que tiver de vir!
"Eu troquei a inocência por uma missão, quando eu ainda era uma criança, para ensiná-los a trocar um rio de desespero, por uma gota de esperança!"
2002
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Érica Mendes