Li o amor como num conto infantil.
Ouvi o amor como baleias migrantes.
Vi o amor como uma estrela distante
Será que o brilho é de hoje, ou de ontem
Há dez mil anos luz e então explodiu?
Em mil pedaços que dividem a luz que restou, mas dividem também a escuridão...
O amor é a luz que só a noite permite
É duvidar eternamente de si
É queimar os pés dançando sobre brasas
A mesma dança de sempre...
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Érica Mendes