Já fui o
elefante voador
E a
borboleta urbana cinza
Fui o cigano
sem rumo, e ainda
Eu não sei
em qual universo vou me encontrar...
A chama que
enfrenta a garoa
A vela em
busca do vento no mar
A mãe, a
amante, a filha e ainda
Eu não sei
em qual universo vou me encontrar...
A cada
palavra
A cada
molécula de ar que eu respiro
Em cada
coração em que eu resido, e eu insisto em me aventurar
A cada dia
que passa, a cada hora perdida no tédio
É um mal que
não tem cura
Uma doença
sem remédio
Aquela
eterna busca...
Em qual
universo eu vou me encontrar?
Fev'18
Fev'18
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Érica Mendes